São Miguel Dos Milagres

Resolvi desconectar por uns dias, e tirar um tempo para fazer nada, além de descansar e curtir meus filhos. Pensei em vários lugares, pesquisei, perguntei e, por fim, depois de muita busca, acabei escolhendo São Miguel dos Milagres, que fica há pouco mais de uma hora de Maceió. Muitas pessoas me alertaram ao fato de o lugar não ter uma estrutura muito montada para crianças. Isso é, o lugar não tem parques, toboáguas e nem milhares de crianças correndo pelos arredores. Mas tem uma praia linda, sossegada, com um mar verde, quente e tão calmo que mais parece uma jacuzi. Confesso que a grande maioria dos nossos vizinhos de hospedagem na Pousada do Toque eram adultos, mas tanto os hóspedes quanto o staff da pousada foram super hospitaleiros com a gente.

A pousada fica a beira mar, e é, ao mesmo tempo, super rústica e confortável. Acomodações cheias de charme, com lençóis maravilhosos, ar condicionado, televisão e, em alguns casos, até piscina privativa. Impossível não se sentir em casa. A culinária da pousada também não deixa a desejar, e entre os drinks da piscina, a caipi JR merece destaque.

Fizemos o passeio para ver a reserva de Peixe Boi e apesar do peixe não aparecer tanto assim, a trilha do caminho é linda e o mangue do passeio também. Adoramos!

Para o jantar, uma boa pedida é o Restaurante no Quintal, um espaço encantador, com ambiente maravilhoso, horta local, e um cardápio enxuto porém muito bem executado. Surpreendente. Vale a pena conhecer! 

Para quem procura um refúgio de calmaria, charme, conforto e paisagem maravilhosa, São Miguel dos Milagres é o lugar certo. Recomendo muito!

São Miguel dos Milagres

Praia do Toque

Carol Rache São Miguel dos Milagres

Pousada do Toque

A Capi JR:Caipi JR

Restaurante No Quintal:Restaurante No Quintal

Carol Rache Yoga

Carol Rache Passeio Alagoas

 Trilha para a reserva do Peixe Boi:Antonio e Netos

Novas Tattoos

Há uns dois anos atrás, resolvi tatuar nas laterais dos pulsos coisas que faziam sentido para mim, e que já vinha querendo eternizar há muito tempo. Do lado direito, escrevi Maktub (para quem não sabe o que é, esse post explica) e, em equilíbrio, tatuei os símbolos dos signos dos meus filhos, ao lado do meu. O resultado foi um registro discreto e delicado, de histórias e crenças muito significativas para mim.

Fiquei algum tempo bem sossegada e sem saber se iria arriscar novas tatuagens. Mas, no fim do ano passado, resolvi, meio que da noite pro dia, que faria mais dois rabiscos. Pedi ao meu calígrafo preferido, o talentoso Fabio Maca, que escrevesse as palavras e passei um tempo pensando no lugar ideal para fixa-las. Passei mais um tempo tentando conciliar meus horários malucos com a agenda atarefada do melhor tatuador, o Marcelo Gringo, e, finalmente, hoje colori a pele com dois dizeres que sintetizam o que mais quero atrair. Um, eu mostro aqui embaixo. O outro, logo, logo eu fotografo e incluo nas fotos do Instagram.

Para quem não conseguiu ler – a idéia é que ficasse mais artística mesmo, e menos legível -, aqui vai a legenda: “positive mind”

Fiquei muito feliz com o resultado. Espero que vocês também gostem! 

Marcelo Gringo Tatuagem Tattoo

Carol Rache Tatuagem Positive Mind

Geometric by Raquel Braga

Ontem foi dia de conhecer a coleção de Inverno da Raquel Braga, e escolher as minhas peças preferidas. Confesso que foi bem difícil selecionar, porque tem muito novidade linda. Aproveitei para arrematar todos os looks do Coachella com acessórios da marca!

Amanhã acontece o evento de lançamento, e as peças vão logo estar disponíveis no e-commerce.

Raquel Braga InvernoAnel Gota Raquel Braga

Bracelete Raquel Braga

Anéis Carol Rache by Raquel Braga

Anéis Raquel Braga por Carol Rache

Anéis RB

Anéis Carol Rache

Brinco Geometic Raquel Braga

Aneis Raquel Braga

Carol Rache Anéis Inverno Raquel Braga

Carol Rache usa Anéis Raquel Braga

Carol Rache Brinco Raquel Braga

Anel Geometric Raquel braga

Carolina Rache Raquel Braga

Anéis Raquel Braga Inverno

 

Pulseiras Cruz Raquel Braga

Raquel Braga Inverno 2014

Pulseira Raquel braga

 

Qual é a sua religião?

Eu sei que política, futebol e religião, a gente não discute. Mas, divergências a parte, tenho sido muito questionada quanto a minha devoção.

Não é novidade para quem me acompanha que eu tenho uma veia mística e espiritual muito aflorada. E digo isso não porque me considero a pessoa mais zen e evoluída do mundo – longe disso! -, mas porque a consciência espiritual é um dos meus maiores objetivos de vida.

Não sou fiél a nenhum dogma, e nem consigo eleger uma religião que me represente por completo. Sou bem mundana e ainda contra qualquer tipo de radicalismo que, muitas vezes, vem acoplado aos mandamentos religiosos. Não sigo nenhum ritual sagrado e nem me cobro a disciplina de “ter que” manter nenhuma prática para alcançar os meus anseios do mundo místico. Os hábitos que tenho, cultivo por prazer.

Rezo diariamente a mesma oração que a minha mãe me ensinou, quando eu ainda questionava por que ela, toda noite, me dizia para dormir com Deus, os anjos, e “as vezes Maria”. Oras, coitada da Maria! Sentia um pouco de pena dela, e não entendia porque ela era menos importante que Deus e os anjos. Até que, um dia, resolvi perguntar: “Porque só as vezes Maria?” E aí, descobri que, na verdade, o que ela dizia era “a Virgem Maria”.  Como eu não sabia o que era virgem, minha audição seletiva logo desconfigurou a palavra, e me fez dar mais uma contribuição ao livro de pérolas da família. Mas, voltando a reza, ia dizendo que mantenho o mesmo ritual, desde pequena,  repetindo toda noite as  mesma palavras de outrora. Frequentemente,  estendo com um Pai Nosso ou Ave Maria, que me foram apresentados pela minha avó paterna – a mesma que me ensinou a rezar para o Coração Divino de Jesus, coisa que também faço frequentemente, principalmente quando entro em um avião.

Medito, escuto mantras, voltei a praticar yoga e confesso que ando lendo muito sobre budismo. Acho que só o fato do próprio Buddah nos dizer para questionar todos os seus ensinamentos e só acatarmos o que nos fizer sentido, já me dá  idéia de uma fé mais esclarecida, e, portanto, menos cega. E isso me agrada.

Também curto algumas vertentes do espiritismo. Admiro Alan Kardec, Chico Xavier e várias outras pessoas que estreitaram o meu relacionamento com essa crença. Me identifico com muitos conceitos e, principalmente, com a noção de evolução do espírito, que trata a vida terrestre como um simples processo evolutivo.

O Candomblé, apesar de estar mais distante do meu contexto, me desperta curiosidade. Conheço pouco, respeito muito, e morro de vontade de descobrir qual é o meu Orixá. E, antes que me achem muito confusa, esclareço que não sou a única: um número aproximado de 70 milhões de Brasileiros que cultuam outras religiões frequentam ocasionalmente o rituais do Candomblé.

Também sou cheia de superstições, ideologias, tenho pelo menos 4 tipos diferentes de mapa astral na bagagem, já fiz numerologia, sou adepta ao feng-shui, admiradora da Cabala e, e, como se não bastasse, defendo com unhas e dentes a aplicação das teorias quânticas na vida pessoal.

Racionalmente, apesar de parecer que minhas crenças somatizam uma verdadeira bagunça,  sustento minha coerência na convicção de que, no fundo, são apenas caminhos diferentes para se chegar a um lugar comum. Concordo que talvez seja mais prático escolher uma estrada e seguir em linha reta, sem precisar fazer tantas curvas. Mas me considero curiosa demais para fechar as janelas e parar de atentar aos desvios.

Se serve de consolo, as vezes fico bem brava com Deus e me questiono se isso tudo existe, ou se é apenas uma criação humana para atenuar as dores dessa vida. Mas são muitas conexões energéticas que me cercam, além da minha intuição aguçada, que sempre me rouba a razão, quando tento incorporar a versão cética.

Talvez algum dia  eu venha a escolher um seita para chamar de minha, na qual eu possa me inserir de forma mais profunda (tenho até algumas candidatas!). Mas acho que serei sempre uma “metamorfose ambulante”, que se importa mais com a energia e com os resultados positivos de uma prática espiritual, do que com a fidelidade à uma única doutrina. Por isso, para todos os efeitos, prefiro dizer que a minha religião nada mais é do que .

Flower Print

Quando vi essa bata pela primeira vez, achei linda, romântica, mas fiquei na dúvida se fazia o meu estilo. Cinco segundos depois, com ela no corpo, resolvi que não ia tirar nunca mais. Pensem numa roupa que enfeita, nos deixa feminina e cabe bem em qualquer ocasião? Com um shortinho preto (ou até jeans!) e rasteira, dá para ir a um almoço informal. E, se usada com salto, e uma saia mais curta, fica perfeita para uma evento a noite. Amei!

Carol Rache Bata Badu Store

Badu Store Carol RacheCarol RacheBadu Store por Carol RacheDetalhes Bata Badu StoreCarol Rache Badu

Bata Badu Store | Saia 011 | Sapato Giuseppe Zanotti

Ph: Luiza Ferraz | Make: Paulinho (Douglas Coiffeur)